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| Fonte: http://www.sindromedopanico.com.br/sintomas-da-sindrome-do-panico/ |
Síndrome do pânico, do ponto de vista médico, é um distúrbio bioquímico
do cérebro. Isso quer dizer que em algum
momento da vida, por alguma razão (e sempre há uma razão), seja emocional, como uma notícia pesada, uma perda, um susto, enfim, algo que cause um abalo ou grande impacto
emocional, ou algo físico, orgânico, como
uma doença, um acidente, uma catástrofe que de alguma forma cause debilitação física.
Portanto, diferente do que algumas
pessoas dizem, não é fraqueza, frescura ou bobagem. Necessita sim de tratamento
psicológico e na maioria das vezes medicamentoso também, pois os sintomas
relatados, como vertigem, falta de ar, sentimento de opressão no peito como
se fosse infartar, formigamento nas extremidades, sensação de desmaio,
dificuldades para engolir, apesar de não causarem risco (se o diagnóstico for
mesmo apenas síndrome do pânico), causam imenso desconforto e mais
ansiedade, muitas vezes impedindo que a pessoa desenvolva suas atividades
diárias normais, como dirigir, trabalhar, ou mesmo ir ao mercado .
Dessa forma, com o tratamento adequado
com um psicólogo, pelo qual se aprende a lidar melhor com.os sintomas por meio de exercícios específicos para controle do pânico e entender quais situações
desencadeiam as crises, é fundamental até que as crises desapareçam e vida
volte ao normal.
Porém, não deve ser motivo de susto quando o
profissional cuidadoso e ético encaminhe para um médico neurologista ou
psiquiatra para a prescrição de medicação, pois esta visa um controle químico específico para
cada caso e encurtar o prazo do sofrimento causado pelos sintomas físicos. Feito de forma adequada, o tratamento medicamentoso tem uso a curto prazo e os benefícios são muito
importantes.
Abraços!
Luiza Donegá
Psicóloga
Luiza B. Donegá , 50 anos , formada em Psicologia há 25 anos,
desde então atendendo na área clínica em consultório particular e em algumas
instituições, atualmente, na Casa da Esperança de Santo André. Trabalha com pessoas para que elas conheçam suas
potencialidades e as desenvolvam da melhor maneira, focando suas limitações
para que sejam elas quais forem não as impeçam de ter qualidade de vida,
dignidade e respeito. Diretora Técnica Adjunta da ABCEM.


Gostei da matéria abordada .
ResponderExcluirParabéns!