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terça-feira, 4 de julho de 2017

Corpo + mente = qualidade de vida


Fonte: http://br.freepik.com/vetores-gratis/projeto-abstrato-do-fundo_1041967.htm#term=engrenagem&page=3&position=4

Vamos iniciar nosso raciocínio de hoje imaginando uma máquina composta de diversas peças com variados tamanhos. Das maiores até as mais pequeninas. TODAS devem estar funcionando no mesmo ritmo para produzir algo. Se umas das peças está quebrada ou fora do ritmo, consequentemente irá atrapalhar o desempenho da produção. Assim, podemos trazer esse raciocínio para nossa saúde.

Se um dos nossos órgãos está doente, fora de ritmo, irá sobrecarregar ou até deixar de funcionar outro órgão, interferindo no desempenho do nosso organismo.


Agora, vamos nomear: 

“engrenagens = corpo + mente” e “máquina = indivíduo como um todo”

Fonte: Acervo próprio


Quando há uma pequena falha em nosso corpo, imediatamente nossa mente é atingida e vice-versa. Trazendo isso para o nosso cotidiano, quando se está com enxaqueca ou até mesmo nos dias em que a fadiga marca presença, como nos sentimos mentalmente? Atinge nossas emoções? COMPLETAMENTE.  Ficamos mentalmente exaustos, deprimidos, irritados. E somos produtivos em nossas atividades? Podemos até ser, fazendo um esforço gigantesco. Mas, como fica o resultado desta produção? Satisfatório? Somos um conjunto de engrenagens.

Diversas patologias também aparecem quando nossa saúde mental está esgotada, como por exemplo após um momento difícil em nossas vidas, em relações pessoais, no trabalho, na família etc. 

Para podermos ter o melhor funcionamento entre corpo e mente – a maior parte do tempo – devemos nos empenhar em encontrar o que nos faz bem. Algo que nos faça ter um momento a sós com nós mesmos, que realmente possamos dizer: “Este é o MEU momento”. O que pode ser? Bem... que tal refletirmos sobre isso?

O que te faz feliz?

Como está sua qualidade de vida?


Luci Takiuchi
Terapeuta ocupacional



Graduada em Engenharia de Produção pela Faculdade Mauá em 2004 e em Terapia Ocupacional pela Faculdade de Medicina do ABC em 2016. Atualmente é terapeuta ocupacional do Centro de Tecnologia e Inclusão em São Paulo. Diretora técnica da ABCEM.





Stephanie Santos
Terapeuta ocupacional


23 anos, Terapeuta Ocupacional (CREFITO: 18065-TO) formada pela Faculdade de Medicina do ABC,Pós Graduanda em Psicomotricidade pela FMU. Atualmente atua como terapeuta ocupacional no Espaço Arte Psico, em São Bernardo do Campo, e na Clínica Ceccat,o em São Caetano do Sul. Artesã nas horas vagas, e apaixonada por viagens (as literárias também).


sexta-feira, 9 de junho de 2017

Inclusão social





“Inclusão significa aceitar todos. Caso um fique de fora, já não é inclusão. ” 

(Sassaki R.)

De acordo com o último censo do IBGE (2010), no Brasil existem 45,6 milhões de pessoas com deficiência (PcD), sendo 9 milhões apenas no estado de São Paulo.

É nítido que muito mudou quando comparamos o passado com a atualidade no que se refere à pessoa com deficiência, visto que antigamente (Roma Antiga e Idade Média) as PcD eram sacrificadas ou expostas ao público como aberrações da natureza. Hoje, diversas leis amparam esse público, mas ainda há muito o que melhorar para realmente incluí-las, seja na sociedade, na escola ou no mercado de trabalho.

Mas para chegar onde estamos hoje, no que diz respeito à inclusão, algumas fases a antecederam. São elas: 

  • Exclusão
  • Segregação
  • Integração
  • Inclusão
Na exclusão, as PcD eram excluídas de ambientes sociais, além de serem impedidas de frequentar espaços escolares, pois eram consideradas dependentes e incapazes de executar qualquer função. Suas potencialidades e habilidades preservadas não eram identificadas e muito menos estimuladas.




Já na segregação, algumas PcD possuíam certo espaço na sociedade, porém ainda sofrendo discriminação, uma vez que a sociedade acreditava que as PCD podiam oferecer algum perigo e dessa forma eram isoladas em instituições segregadoras.



Na integração, as PcD passaram a ser agrupadas de acordo com a deficiência apresentada e então inseridas em ambientes que as “treinem” para viver em sociedade. Mesmo com características de segregação, a integração representou um significativo avanço. 



Finalmente a inclusão, que pode ser definida como um processo no qual a sociedade se adapta para incluir as PcD e possui como princípios para sua prática:

  •  Aceitar as diferenças
  •  Valorizar cada pessoa
  •  Conviver dentro da diversidade humana
  •  Aprendizagem por meio da cooperação




A inclusão social é um processo que contribui para a construção de um novo tipo de sociedade por intermédio de pequenas e grandes transformações, tanto em espaços físicos, mentalidade e atitude das pessoas.

Infelizmente a inclusão ainda não é 100% realidade. Mas estamos no caminho!

E você? Sente-se incluído? Promove a inclusão?

Que tal refletir sobre o assunto?

Luci Takiuchi
Terapeuta ocupacional




Graduada em Engenharia de Produção pela Faculdade Mauá em 2004 e em Terapia Ocupacional pela Faculdade de Medicina do ABC em 2016. Atualmente é terapeuta ocupacional do Centro de Tecnologia e Inclusão em São Paulo. Diretora técnica da ABCEM.





Stephanie Santos
Terapeuta ocupacional

23 anos, Terapeuta Ocupacional (CREFITO: 18065-TO) formada pela Faculdade de Medicina do ABC,Pós Graduanda em Psicomotricidade pela FMU. Atualmente atua como terapeuta ocupacional no Espaço Arte Psico, em São Bernardo do Campo, e na Clínica Ceccat,o em São Caetano do Sul. Artesã nas horas vagas, e apaixonada por viagens (as literárias também).



Fontes





segunda-feira, 15 de maio de 2017

Técnicas de relaxamento


Fonte: Google imagens
Como nem todos puderam estar presentes na oficina de abordagens corporais realizada no dia 29 de abril de 2017, falaremos um pouco no post de hoje sobre nosso corpo e como podemos cuidar dele.

Nosso corpo é o espaço no qual vivemos, onde sentimos e expressamos nossas emoções. É nele que descontamos o estresse do dia a dia, é ele que absorve todas as energias de todas as situações que vivenciamos.

Mas nos dias atuais, com a correria do cotidiano, a preocupação muitas vezes está focada no desempenho eficiente dos papéis ocupacionais (estudante, trabalhador, pai, mãe, dona de casa, cuidador etc) e esquece-se de cuidar de si próprio.

Por isso é muito importante reservar um tempo para cuidar do próprio corpo e da saúde (física e espiritual) para usufruir de uma melhor qualidade de vida em todos os âmbitos.

Uma forma simples que pode ser utilizada para cuidar da saúde é por meio do uso de técnicas de relaxamento que, entre outros resultados, proporciona redução do nível de estresse e controle da ansiedade.

A seguir, duas técnicas simples que podem ser realizadas em casa. Lembrando que é importante estar com a postura reta (sentado ou deitado). Vestuário confortável, ambiente calmo e música tranquila auxiliam no processo de relaxamento.

1. Respiração Diafragmática

Consiste no ato de inspirar lentamente, sentindo o ar descer até o abdômen, procurando fazer da sua barriga um balão expandindo, e em seguida expirar deixando todo o ar sair, como se estivesse esvaziando o balão. Veja a imagem abaixo, atentando-se às setas.

Fonte: Google imagens

2.  Relaxamento Progressivo de Jacobson

Consiste na técnica de contrair (tensionar) um músculo por alguns segundos e em seguida relaxá-lo. A seguir um exemplo para relaxamento da musculatura do ombro, no entanto, o exercício pode ser realizado com todos os demais músculos do corpo.

Fonte: Google imagens
Num primeiro momento o resultado pode ser de difícil percepção, mas é uma questão de treino. Com a prática, sua execução torna-se mais tranquila e os resultados perceptíveis.

Tire um tempo só para você. Dez a quinze minutos por dia são suficientes. Cuide de você, pois para cuidar dos outros, é preciso estar bem consigo mesmo!

Luci Takiuchi
Terapeuta ocupacional




Graduada em Engenharia de Produção pela Faculdade Mauá em 2004 e em Terapia Ocupacional pela Faculdade de Medicina do ABC em 2016. Atualmente é terapeuta ocupacional do Centro de Tecnologia e Inclusão em São Paulo. Diretora técnica da ABCEM.





Stephanie Santos
Terapeuta ocupacional

23 anos, Terapeuta Ocupacional (CREFITO: 18065-TO) formada pela Faculdade de Medicina do ABC,Pós Graduanda em Psicomotricidade pela FMU. Atualmente atua como terapeuta ocupacional no Espaço Arte Psico, em São Bernardo do Campo, e na Clínica Ceccat,o em São Caetano do Sul. Artesã nas horas vagas, e apaixonada por viagens (as literárias também).




segunda-feira, 10 de abril de 2017

Autoestima e terapia ocupacional


Fonte: Google imagens

"Será que sou capaz?" ou "O que as pessoas vão pensar de mim?"

Em diversos e diferentes eventos de nossas vidas nos deparamos com situações que mexem com a nossa autoestima, nos fazendo ter alguns questionamentos.

A autoestima pode ser definida como um sentimento que se tem de si próprio, de como a pessoa se enxerga e o que pensa dela mesma, podendo ser tanto aspectos positivos quanto negativos.

Por exemplo, quando o sujeito se vê com uma doença e esta progride com a presença de incapacidades físicas, dificultando ou até mesmo impossibilitando a pessoa de realizar algumas atividades, isto pode levá-lo ao isolamento social, ansiedade, depressão e consequentemente à redução ou perda de sua autoestima, refletindo em todos os aspectos de sua vida.

Um dos profissionais que pode auxiliar nessa situação é o terapeuta ocupacional que, por intermédio do uso de atividades, promoverá a melhora da funcionalidade, bem como o resgate dessa autoestima.

O uso de atividades de interesse da pessoa facilita e possibilita que esta se reconheça como alguém capaz, que cria, que atua, que se reconhece como um ser ativo e participante de sua própria vida.

Uma boa autoestima permite um melhor julgamento e enfrentamento das adversidades do cotidiano. Por isso tenha sempre em mente:

VOCÊ É CAPAZ! VOCÊ É IMPORTANTE! VOCÊ CONSEGUE!

Luci Takiuchi
Terapeuta ocupacional




Graduada em Engenharia de Produção pela Faculdade Mauá em 2004 e em Terapia Ocupacional pela Faculdade de Medicina do ABC em 2016. Atualmente é terapeuta ocupacional do Centro de Tecnologia e Inclusão em São Paulo. Diretora técnica da ABCEM.





Stephanie Santos
Terapeuta ocupacional

23 anos, Terapeuta Ocupacional (CREFITO3: 18065-TO) formada pela Faculdade de Medicina do ABC,Pós Graduanda em Psicomotricidade pela FMU. Atualmente atua como terapeuta ocupacional no Espaço Arte Psico, em São Bernardo do Campo, e na Clínica Ceccat,o em São Caetano do Sul. Artesã nas horas vagas, e apaixonada por viagens (as literárias também).



Referências

ALVAREZ, C.R.S.T.; MARTINS, M.B.S. A terapia ocupacional e suas possíveis contribuições na saúde mental coletiva. Vittalle, Rio Grande, n.24, v.2, p. 63-68, 2012.

DINI, G.M.; QUARESMA, M.R.; FERREIRA, L.M. Adaptação cultural e validação da versão brasileira da Escala de Autoestima de Rosenberg. Rev Soc Bras CirPlást. n.19, v.1, p. 41-52, 2004.

FROES DA SILVA, M., PAES DA SILVA, M. A auto-estima de pacientes ambulatoriais com queimaduras. Revista Baiana de Enfermagem, Salvador, v. 17, n. 3, p. 75-84, 2002.

OLIVEIRA, J.N.; TAVARES, C.M.; SQUASSONI, S.D.; MACHADO, N.C.; CORDONI, P.K.; BORTOLASSI, L.C.; LAPA, M.S.; FISS, E. Impacto das atividades na autoestima dos pacientes em um programa de reabilitação pulmonar. Einstein, v.13, n.1, p. 47-51, 2015.


quarta-feira, 1 de março de 2017

Você sabe o que é tecnologia assistiva?



Fonte: http://www.ibrapp.com/media/k2/items/cache/a27a3b73d355048c6bab885897085f62_XL.jpg

O termo pode ser novo para muitos, sendo utilizado oficialmente em 1988 nos EUA, porém elas existem e estão presentes em nosso cotidiano há muito mais tempo. No Brasil, também se pode utilizar o termo “ajudas técnicas”. 

Afinal, o que é uma Tecnologia Assistiva (T.A)?

Em 1988, o termo foi definido como “recursos e serviços que auxiliam pessoas com deficiências”, ou seja, as tecnologias assistivas permitem compensar uma ou mais limitações que o indivíduo possa apresentar. Entre elas podemos citar:
  • Próteses – dispositivos permanentes ou temporários que substituem total ou parcialmente um membro, como por exemplo as utilizadas em casos de amputações.
  • Órteses – dispositivos permanentes ou temporários que auxiliam na função de um membro, como por exemplo talas de posicionamento.
  • Elementos de mobilidade (cadeira de rodas, bengalas, andadores); instrumentos engrossados para cuidado, alimentação e higiene pessoal; adaptações ambientais, comunicação etc, para facilitação de autonomia e segurança na realização de atividades de vida diária (AVD’s).
  • Equipamentos especiais que podem ser eletrônicos e computadorizados para auxílio de comunicação e sinalização.

O objetivo da tecnologia assistiva é proporcionar maior funcionalidade ao indivíduo, gerando independência e autonomia, adequando-o à sua nova condição (seja ela definitiva ou transitória), implicando significativamente em sua qualidade de vida.

É necessária avaliação dos diversos aspectos com a participação de equipe multiprofissional, além do próprio sujeito e seus familiares, para proporcionar um melhor resultado ao usuário desse recurso, visto que a decisão para a sua utilização é exclusiva do sujeito.

Além da prescrição adequada da tecnologia assistiva, é de extrema importância a realização de treinamento quanto ao uso, bem como o fornecimento das devidas orientações quanto à utilização, cuidados e higienização.



Luci Takiuchi
Terapeuta ocupacional











Stephanie Bruna dos Santos
Terapeuta ocupacional







Referências

BRACCIALLI, L.M.P. Tecnologia assistiva: perspectiva de qualidade de vida para pessoas com deficiência. In: VILARTA, R; GUIERREZ, G L; DE CARVALHO, T H P F; GONÇALVES, A. (Org.). Qualidade de vida e novas tecnologias. Campinas: IPES, p. 105-114, 2007. 

BRASIL. Comitê de Ajudas Técnicas – Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Portaria nº 142, de 16 de novembro de 2006. 


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

A Terapia Ocupacional e a esclerose múltipla


Fonte: http://crefito1.org.br/o-conselho/atribuicoes/
  
Na reta final da graduação, nos deparamos com um dilema muito comum entre os estudantes em seu último ano de faculdade: qual o tema do nosso trabalho de conclusão de curso?

Entre tantos assuntos interessantes e importantes a serem abordados, eis que somos presenteadas com um feliz encontro: a ABCEM. Desde então participamos dos eventos, aprendendo muito mais que ensinando.

Neste nosso primeiro post no blog, vamos falar um pouquinho do papel da terapia ocupacional junto aos pacientes com esclerose múltipla.

Mas afinal, o que é a terapia ocupacional (TO)? De acordo com a definição do CREFITO (Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional), “é uma área do conhecimento, voltada aos estudos, à prevenção e ao tratamento de indivíduos portadores de alterações cognitivas, afetivas, perceptivas e psico-motoras, decorrentes ou não de distúrbios genéticos, traumáticos e/ou doenças adquiridas, através da sistematização e utilização da atividade humana como base de desenvolvimento de projetos terapêuticos específicos”.

Em meio às diversas áreas de atuação possíveis do terapeuta ocupacional encontra-se a intervenção com pacientes neurológicos, entre eles os com esclerose múltipla.

Sabe-se que uma das características da esclerose múltipla é a imprevisibilidade de seu curso. Dessa forma, o tratamento ocorrerá de acordo com as condições apresentadas por cada pessoa, atendendo as necessidades de cada um. Porém, alguns pontos são importantes e devem ser observados pelo terapeuta ocupacional:

  • Preservação da força, movimento e coordenação da parte superior do corpo;
  • criação, prescrição e orientação quanto ao uso de recursos que auxiliem as atividades cotidianas;
  • prescrição de atividades para compensar possíveis prejuízos adquiridos;
  • orientação sobre conservação de energia para controle de fadiga.
Assim, levando em consideração as questões acima mencionadas, o profissional de TO atuará como um facilitador no processo de reabilitação, buscando maior autonomia e independência do sujeito na realização de suas atividades cotidianas, promovendo melhor qualidade de vida.


Luci Takiuchi 
Terapeuta Ocupacional






Stephanie Bruna dos Santos
Terapeuta Ocupacional





quinta-feira, 26 de maio de 2016

O que fazer quando a fadiga te faz refém e te impede de ter uma vida ativa


Fonte: Google imagens

Muito característica na esclerose múltipla, a fadiga é uma das vilãs, quando nos referimos a uma vida ativa e produtiva. O que não significa que os pacientes devam se manter inativos. Ela é um sintoma muito frequente, relatada por cerca de 50% a 70% da pessoas com Esclerose Múltipla e se manifesta por períodos de fraqueza ou esgotamento após pequenos esforços.
Em primeiro lugar precisamos identificar as características da fadiga. Como e quando se torna presente, qual período do dia e em quais atividades em que ela aparece com maior intensidade.
Existem maneiras de driblar a fadiga e ter uma qualidade de vida com maior independência possível. As orientações priorizam conservar energia, manter uma atividade física não exaustiva e evitar aquecimento ou resfriamento corporais.
Vamos falar de uma forma mais “prática”. Por exemplo, de repente você se lembra que durante a semana tem vários compromissos e tarefas a cumprir, o planejamento pode te ajudar a realizar seus compromissos de forma mais suave. Faça um cronograma sempre que for agendar compromissos. No dia em que você tiver algo mais “cansativo”, programe um período de descanso, e atividades mais leves no restante do dia. Se sua fadiga aparece logo no início do dia, se programe para realizar as atividades no período da tarde, sem deixar perder a motivação.

Baseada em minha experiência, muitas vezes recebo pacientes com os seguintes discursos: “Eu não gosto de escrever mais pois minha letra está feia e me sinto cansado em escrever apenas uma linha; eu fazia bordados e crochê mas não consigo mais porque perco a força; eu gostava muito de cozinhar para a minha família mas não consigo mais mexer a panela”. Na maioria das vezes,  fazer pequenas adaptações ou estabelecer pausas durante a atividade já é o suficiente para melhorar consideravelmente o desempenho. 
É muito importante procurar ajuda de um Terapeuta Ocupacional para auxiliar e estabelecer as melhores condições para viver ativo e produtivo, sem se sentir dominado pelo diagnóstico!

Laylla Turetta
Terapeuta Ocupacional