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"Será
que sou capaz?" ou "O que as pessoas vão pensar de mim?"
Em
diversos e diferentes eventos de nossas vidas nos deparamos com situações que
mexem com a nossa autoestima, nos fazendo ter alguns questionamentos.
A
autoestima pode ser definida como um sentimento que se tem de si próprio, de
como a pessoa se enxerga e o que pensa dela mesma, podendo ser tanto aspectos
positivos quanto negativos.
Por
exemplo, quando o sujeito se vê com uma doença e esta progride com a presença
de incapacidades físicas, dificultando ou até mesmo impossibilitando a pessoa
de realizar algumas atividades, isto pode levá-lo ao isolamento social,
ansiedade, depressão e consequentemente à redução ou perda de sua autoestima,
refletindo em todos os aspectos de sua vida.
Um
dos profissionais que pode auxiliar nessa situação é o terapeuta ocupacional que, por intermédio do uso de atividades, promoverá a melhora da funcionalidade, bem
como o resgate dessa autoestima.
O
uso de atividades de interesse da pessoa facilita e possibilita que esta se
reconheça como alguém capaz, que cria, que atua, que se reconhece como um ser
ativo e participante de sua própria vida.
Uma
boa autoestima permite um melhor julgamento e enfrentamento das adversidades
do cotidiano. Por isso tenha sempre em mente:
VOCÊ
É CAPAZ! VOCÊ É IMPORTANTE! VOCÊ CONSEGUE!
Luci Takiuchi
Graduada em Engenharia de Produção pela
Faculdade Mauá em 2004 e em Terapia Ocupacional pela Faculdade de Medicina do
ABC em 2016. Atualmente é terapeuta ocupacional do
Centro de Tecnologia e Inclusão em São Paulo. Diretora técnica da ABCEM.
Terapeuta ocupacional
23 anos, Terapeuta Ocupacional
(CREFITO3: 18065-TO) formada pela Faculdade de Medicina do ABC,Pós Graduanda
em Psicomotricidade pela FMU. Atualmente atua como terapeuta
ocupacional no Espaço Arte Psico, em São Bernardo do Campo, e na Clínica Ceccat,o
em São Caetano do Sul. Artesã nas horas vagas, e apaixonada por
viagens (as literárias também).
Referências
ALVAREZ, C.R.S.T.; MARTINS, M.B.S. A terapia ocupacional e suas
possíveis contribuições na saúde mental coletiva. Vittalle, Rio Grande,
n.24, v.2, p. 63-68, 2012.
DINI, G.M.; QUARESMA, M.R.; FERREIRA, L.M. Adaptação cultural e
validação da versão brasileira da Escala de Autoestima de Rosenberg. Rev Soc
Bras CirPlást. n.19, v.1, p. 41-52, 2004.
FROES DA SILVA, M., PAES DA SILVA, M. A auto-estima de pacientes
ambulatoriais com queimaduras. Revista Baiana de Enfermagem, Salvador, v. 17,
n. 3, p. 75-84, 2002.
OLIVEIRA, J.N.; TAVARES, C.M.; SQUASSONI, S.D.; MACHADO, N.C.;
CORDONI, P.K.; BORTOLASSI, L.C.; LAPA, M.S.; FISS, E. Impacto das atividades na
autoestima dos pacientes em um programa de reabilitação pulmonar. Einstein,
v.13, n.1, p. 47-51, 2015.



🙆 Parabéns meninas, tenho um imenso carinho e orgulho de vocês, sempre engajadas e atuantes, percebo o comprometimento e 🌻seriedade as quais vocês empregam em prol dos seus semelhantes ... 🤓grande abraço, Deus abençoe grandemente suas vidas
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