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| Fonte: http://crefito1.org.br/o-conselho/atribuicoes/ |
Na reta final da graduação, nos deparamos
com um dilema muito comum entre os estudantes em seu último ano de faculdade:
qual o tema do nosso trabalho de conclusão de curso?
Entre tantos assuntos interessantes e
importantes a serem abordados, eis que somos presenteadas com um feliz
encontro: a ABCEM. Desde então participamos dos eventos, aprendendo muito
mais que ensinando.
Neste nosso primeiro post no blog, vamos
falar um pouquinho do papel da terapia ocupacional junto aos pacientes com
esclerose múltipla.
Mas afinal, o que é a terapia
ocupacional (TO)? De acordo com a definição do CREFITO (Conselho Regional de
Fisioterapia e Terapia Ocupacional), “é uma área do conhecimento, voltada aos
estudos, à prevenção e ao tratamento de indivíduos portadores de alterações
cognitivas, afetivas, perceptivas e psico-motoras, decorrentes ou não de
distúrbios genéticos, traumáticos e/ou doenças adquiridas, através da
sistematização e utilização da atividade humana como base de desenvolvimento de
projetos terapêuticos específicos”.
Em meio às diversas áreas de atuação
possíveis do terapeuta ocupacional encontra-se a intervenção com pacientes
neurológicos, entre eles os com esclerose múltipla.
Sabe-se que uma das características da esclerose
múltipla é a imprevisibilidade de seu curso. Dessa forma, o tratamento ocorrerá de acordo com as condições apresentadas por cada pessoa, atendendo as
necessidades de cada um. Porém, alguns pontos são importantes e devem ser
observados pelo terapeuta ocupacional:
- Preservação da força, movimento e coordenação da parte
superior do corpo;
- criação, prescrição e orientação quanto ao uso de
recursos que auxiliem as atividades cotidianas;
- prescrição de atividades para compensar possíveis
prejuízos adquiridos;
- orientação sobre conservação de energia para controle
de fadiga.
Assim, levando em consideração as
questões acima mencionadas, o profissional de TO atuará como um facilitador no
processo de reabilitação, buscando maior autonomia e independência do sujeito
na realização de suas atividades cotidianas, promovendo melhor qualidade de
vida.
Luci Takiuchi
Terapeuta Ocupacional
Stephanie Bruna dos Santos
Terapeuta Ocupacional



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