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| Fonte: Google imagens |
A esclerose múltipla pode afetar todas as facetas da vida diária, além é
claro dos problemas físicos, não podemos deixar de lado os emocionais, sociais e conjugais que podem ser consequências da doença.
Os pacientes com EM e seus parceiros confrontam-se com uma
dificuldade que pode interferir no relacionamento ou na resposta sexual.
O cansaço fácil, os conflitos decorrentes do surgimento da
doença, a baixa autoestima e autoimagem dos pacientes, até mesmo nas relações
interpessoais, têm um grande impacto na qualidade de vida.
Os distúrbios de ereção e de ejaculação nos homens, as
disfunção orgásmica e espasmos dos músculos adutores da coxa, nas mulheres, podem
tornar o ato sexual difícil ou até mesmo impossível.
É importante uma abordagem multidisciplinar, com
acompanhamento do psicólogo não apenas para os pacientes com EM, mas também
para os parceiros.
O compartilhar e comunicar sentimentos, diálogo com
parceiro, planejamento das atividades sexuais (para contrapor à fadiga),
exercitar diferentes formas de sexo e investir nas zonas erógenas, podem abrir
uma ampla variedade de prazer e experiências sexuais.
Adriana Caldas Rocha
Enfermeira
Bacharel em Enfermagem pela
Faculdade de Medicina do ABC- FMABC. Aprimoramento/especialização em Enfermagem
em reabilitação física - HC FMUSP. Tem experiência em atendimento
individual/grupo em programas de reabilitação ambulatorial e internação,
incluindo visita domiciliária: doenças crônicas e neurodegenerativas
na lesão medular, lesão encefálica, amputados, paralisia cerebral e nas
incontinências urinárias. Atuação em ambulatório de bloqueio neuromuscular
(Toxina botulínica). Educadora em saúde em curso de cuidadores de idosos e
pessoas com deficiência física.


Será que há alguma correlação entre o tempo que a EM surge no corpo e as primeiras disfunçõe
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