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| Fonte: Google imagens |
Atualmente o maior aplicativo
vinculado aos celulares
apresenta-se como forma de “unir” as pessoas
Criado
em 2009, o aplicativo Whatsapp cresceu muito rápido entre as pessoas de todo o
mundo. Nos dias de hoje, adquirir um celular não é apenas para falar, mas tem
de ter WhatsApp.
Em um “bate-papo”
com os membros da ABCEM – Associação de pacientes com Esclerose Múltipla do
Grande ABC e região, verifiquei que eles usam o grupo do WhatsApp da entidade para se “conhecerem”
melhor, passarem mais informações sobre a patologia (EM), falarem sobre os
medicamentos e darem opiniões sobre a melhor forma que cada integrante
(pacientes) deve agir em relação à doença.
Conversando
com as pacientes, percebi que os relatos são bem parecidos: andar arrastado,
dificuldade na visão, não ter força para levantar um copo, entre outros sintomas.
As
conversas atualmente acontecem, muitas vezes, via redes sociais, principalmente
o WhatsApp. Segundo a psicóloga e diretora técnica adjunta da ABCEM, Luiza
Donegá, o intuito de se criar grupos de apoio para as várias doenças, como o
próprio nome diz, é fornecer apoio, informação, dar suporte e orientação ao
paciente e a toda sua família, cuidadores e curiosos.
A
Psicóloga Luiza, ainda acrescenta que é importante tomar cuidado ao se formar um
grupo, pois “terá de haver o cuidado necessário, que deve vir do próprio
administrador do grupo, para intervir quando houver troca de informações
equivocadas e preconceituosas”, conclui.
Ivi
Paula de Souza
Jornalista
e paciente diagnosticada com Esclerose Múltipla desde 2008
