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quarta-feira, 6 de julho de 2016

Verdade ou mentira?


Fonte: Google imagens


Atualmente o maior aplicativo vinculado aos celulares 
apresenta-se como forma de “unir” as pessoas


Criado em 2009, o aplicativo Whatsapp cresceu muito rápido entre as pessoas de todo o mundo. Nos dias de hoje, adquirir um celular não é apenas para falar, mas tem de ter WhatsApp.

Em um “bate-papo” com os membros da ABCEM – Associação de pacientes com Esclerose Múltipla do Grande ABC e região, verifiquei que eles usam o grupo do WhatsApp da entidade para se “conhecerem” melhor, passarem mais informações sobre a patologia (EM), falarem sobre os medicamentos e darem opiniões sobre a melhor forma que cada integrante (pacientes) deve agir em relação à doença.

Conversando com as pacientes, percebi que os relatos são bem parecidos: andar arrastado, dificuldade na visão, não ter força para levantar um copo, entre outros sintomas. 

As conversas atualmente acontecem, muitas vezes, via redes sociais, principalmente o WhatsApp. Segundo a psicóloga e diretora técnica adjunta da ABCEM, Luiza Donegá, o intuito de se criar grupos de apoio para as várias doenças, como o próprio nome diz, é fornecer apoio, informação, dar suporte e orientação ao paciente e a toda sua família, cuidadores e curiosos.

A Psicóloga Luiza, ainda acrescenta que é importante tomar cuidado ao se formar um grupo, pois “terá de haver o cuidado necessário, que deve vir do próprio administrador do grupo, para intervir quando houver troca de informações equivocadas e preconceituosas”, conclui.


Ivi Paula de Souza
Jornalista e paciente diagnosticada com Esclerose Múltipla desde 2008