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| Fonte: Google imagens |
Quando
a dor não é uma opção, precisamos conviver com ela. Não escolhemos sentir
dores, mas podemos escolher não sofrer, seja pela não aceitação
da doença, realizar o tratamento ou deixar de viver em função dessa nova
condição.
Precisamos
não ter medo de mudar a medicação quando não nos adaptamos, enfrentamos algum
surto ou nos sentimos inseguros.
Mesmo
que leve algum tempo e algumas buscas é essencial encontrar médicos que possam
cuidar de nosso quadro e nos acompanhar. Muitas vezes é complexa essa tarefa.
Alguns conseguem acertar, por exemplo, o neurologista nas primeiras consultas, outros, pela não aceitação e seus motivos pessoais, realizam diversas consultas
até encontrar um profissional que possa ouvir a sua condição como paciente e ser humano e exista uma relação de empatia e confiança.
É verdade que ouvir sobre o nome de qualquer doença pode ser uma sentença ruim.
Contudo precisamos, entre altos e baixos, prosseguir com o tratamento indicado
em cada caso e que é avaliado pelo médico que acompanha o paciente. E, o mais
importante é não desanimar, seja pelo fato de aparentemente para você ou para
outros demonstrar estar bem ou por não conseguir enxergar progressos. O tratamento é
constante e é necessário procuramos uma melhor qualidade de vida.
Pense
que a dor não podemos escolher devido a nosso quadro crônico que é complexo,
mas devemos escolher cuidar de nós de forma especial.
Jennifer Araujo
Formada em Comunicação Social - produção editorial, 31 anos, divorciada, apaixonada por música, viagens e fotografia. Diagnosticada com esclerose múltipla desde 2013.


Eu comecei a usar o Natalizumabe, alguma coisa irá mudar!!!
ResponderExcluirEspero.
Pois eu começarei outro tratamento... As Dores não param.
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